“...no Programa PARAGON entrego a totalidade do melhor do que encontrei no mundo para aqueles que buscam tornar-se o melhor que possam ser em suas vidas...”
" ... tomei várias decisões importantes durante o PARAGON ... Mudei. E para melhor. A começar pela minha alimentação ... Eu achava que meu maior problema era estresse? Coisa nenhuma! Descobri algo que, o tempo todo, estava debaixo do meu nariz: "Nada tem nenhum significado, senão aquele que você atribui"... Amauri, vc tem luz própria ... abraços e beijos, do seu irmão, amigo e admirador ..."
Você costuma dizer sim quando sua vontade é dizer não? Você costuma dizer não quando sua necessidade é dizer sim? Você já se arrependeu de não ter se posicionado, manifestado sua opinião, dito exatamente o que pensava, o que queria ou necessitava? Quanto do COMO você se sente a respeito de você é determinado apenas por você? Quanto do como você se sente a respeito de você é determinado pelo o que as outras pessoas pensam, dizem ou fazem em relação a você?
A resposta à qualquer uma dessas perguntas pode revelar (como um exame de sangue revela os níveis de colesterol e de açúcar no sangue) a quantas anda sua autenticidade, sua emancipação e sua estima por si mesmo. A comparação com um exame de sangue, além de não ser exagerada, é extremamente adequada e necessariamente oportuna para aquilo que pretendo defender aqui: que a ausência dessas três coisas (de uma atitude de autenticidade, de uma atitude de emancipação e de uma atitude de auto-estima) pode se tornar uma doença tão degenerativa quanto o diabetes, com a diferença técnica (e trágica) de que, ao contrário do diabetes, não temos um teste ou exame que possamos fazer para prevenir ou evitar suas consequências destrutivas. Isso pode nos levar a identificar o problema apenas quando ele já nos levou a escolhas e decisões permanentemente comprometedoras, determinantes (às vezes irreversíveis) de nosso destino, sequelas duradouras, cicatrizes eternas.
Muito se fala sobre o assunto auto-estima, mas pouco se diz sobre como “obtê-la”. Sim, o-b-t-ê-l-a, pois, a atitude de NÃO estima por nós mesmos não é genética. Ela é obtida. Neste artigo vou abordar como, tanto a atitude de estima quanto a atitude de não estima por nós mesmos são produtos diretos de duas outras coisas extremamente delicadas e indispensavelmente importantes: autenticidade e emancipação.
BRUTAL AUTENTICIDADE
Ninguém vem ao mundo branco como uma folha de papel ou vazio como um vazo de vitrine. Ainda dentro do útero de nossas mães, já tínhamos necessidades pulsando dentro de nós e demandando ininterrupta atenção e satisfação. Lá dentro, essa satisfação estava próxima o bastante para ser automática e certa o bastante para ser incondicional: o corpo de nossa mãe não tinha escolha a não ser nos satisfazer. Tudo o que tínhamos que fazer era estar lá. Não tínhamos ainda que ser lá coisa alguma, não nos era exigida ainda nenhuma atitude para termos o mérito do amor e da atenção. O Hamlet em cada um de nós viria mais tarde e ficaria para sempre. Independente disso, já havia um monte de planos feitos para nós, expectativas e sonhos de nossos pais sobre o quê nos tornaríamos quando saíssemos de lá e papéis e condutas adequadas e apropriadas para vivermos na sociedade que nos receberia.
A partir do momento do corte de nosso cordão umbilical, encerra-se o período de satisfação automática e incondicional de nossas necessidades e inicia-se um período de forçosa e irreversível emancipação. Não bastará mais apenas estarmos, teremos que nos tornarmos alguma coisa para que nossas necessidades sejam satisfeitas.
Saímos do útero de nossas mães num estado que eu chamo de AUTENTICIDADE BRUTA: temos apenas necessidades e sabemos exatamente o que fazer para obtermos satisfação – comunicarmos nossas necessidades. No início essa comunicação é aceita exatamente como é feita, sem condições ou qualquer exigência. Não importando a hora e não importando a forma (oral, líquida ou sólida) que comunicássemos nossas necessidades, elas seriam atendidas o mais prontamente possível, construindo em nós a confortável, necessária, e segura certeza de que aqui fora (do útero), ser verdadeiro sobre nossos sentimentos e autêntico na comunicação de nossas necessidades é garantia de satisfação. Essa foi a época em que experimentamos amor incondicional. Em função desse amor (ou pelo menos cuidado) incondicional, éramos 100% autênticos, tudo o que tínhamos eram necessidades e desejos e tudo o que fazíamos era comunicar essas necessidades e desejos de forma 100% verdadeira, 100% íntegra, 100% autêntica. Então veio a expulsão do paraíso.
A "QUEDA"
Nessa atitude autêntica e original (não construída, não calculada) estava nossa maior força, nosso maior poder, nossa maior certeza: a certeza de nosso valor. Nessa atitude estava ainda nossa maior beleza e a coisa mais próxima de sagrado e puro que jamais seria encontrada de novo em nós ao longo de nossas vidas. Toda vez que essa autenticidade foi recompensada, nossa força e poder foram aumentados, nosso valor foi confirmado. (estima-se que aos três anos de idade, já temos pronta e formatada a idéia do quanto valemos para as pessoas e para o mundo). Da mesma forma, toda vez que essa autenticidade foi negligenciada, ignorada ou, pior, punida, nossa força e poder foram diminuídos, nosso valor foi colocado em dúvida ou mesmo deliberadamente negado.
Fora do útero de nossas mães nossa necessidade é certa e nossa satisfação incerta. Para lidar com essa realidade e sobreviver, tanto fisiológica quanto emocionalmente, nós entramos no jogo que eu chamo de JOGO DA “ATITUDE VAI”, “ATITUDE SAI” ou “ATITUDE CAI”. Foi a maneira que nós jogamos esse jogo e os resultados que obtivemos que nos tornaram quem somos hoje, com nossas forças e nossas fraquezas, nossos vícios e nossas virtudes. A atitude que mais nos define é produto final de como jogamos esse jogo.
A ATITUDE “VAI”, “SAI” OU “CAI”.
O Jogo da ATITUDE “VAI”, “SAI” ou “CAI” é o jogo que todos nós jogamos desde muito cedo para lidar com o fato de que nossas necessidades são um fato certo, mas sua satisfação é um fato incerto. Quando, para comunicar suas necessidades você usa a ATITUDE “V.A.I.”, você faz VALER sua Autenticidade e Integridade e diz exatamente o que pensa e sente, exatamente o que quer e exatamente o que não quer. Isso não é garantia da satisfação de (todas as) suas necessidades, mas é garantia da satisfação da mais crítica e poderosa de todas as suas necessidades: a certeza de quem exatamente você é, a despeito da resposta dos outros, a despeito da aprovação, concordância ou cooperação dos outros. Nesta atitude está a garantia do desenvolvimento de uma fé inabalável sobre seu próprio valor, em sua capacidade de avaliação e julgamento, de sua emancipação emocional e, como resultado final, de uma atitude de enorme estima por si mesmo.
Como nesse mundo cada um tem suas próprias necessidades e encontra seus próprios desafios para satisfazer essas necessidades, muitas vezes (para alguns, na maioria das vezes), para manter a relação com algumas pessoas (pais, irmãos, cônjuges, autoridades morais), muitas vezes, ao invés da ATITUDE “V.A.I.” você opta pela ATITUDE “S.A.I.”: você Supera (suprime ou expande) sua Autenticidade e Integridade. Na ATITUDE “S.A.I.” você ainda Valoriza sua Autenticidade e Integridade (ATITUDE “S.A.I.”), mas se dispõe a fazer o que o outro quer ou precisa em troca daquilo que você quer ou precisa. A superação e expansão de sua autenticidade e integridade ocorrem porque você passa a agir de acordo com valores e regras (princípios e critérios) que (pelo menos ainda) não eram seus, mas tornam-se os seus por necessidade de adaptação. Essa atitude de adaptação necessária e, muitas vezes, inescapável, pode ser tanto saudável e construtiva quanto limitadora e destrutiva, dependendo basicamente de duas coisas: 1) quanto essa adaptação compromete ou não seu senso de autenticidade, sua certeza de quem você realmente é quando não precisa dos outros para satisfazer suas necessidades e 2) a qualidade dos valores e das regras que você estará emprestando dos outros para satisfazer suas necessidades.
Pode-se dizer que o tamanho de sua AUTENTICIDADE é diretamente proporcional à quantidade de vezes que você ao longo de sua vida optou pela ATITUDE “V.A.I.” e não pela ATITUDE “S.A.I.”. Pode-se dizer que as pessoas mais formidáveis, aquelas de caráter fascinante e personalidade magnética, são pessoas que passaram mais tempo operando na ATITUDE “V.A.I.” do que na ATITUDE “S.A.I.”, ou que fizeram a mágica de combinar essas duas atitudes de forma cruamente consciente, sem nunca perder “de vista” as linhas divisórias, sabendo sempre onde estavam as fronteiras que separavam elas em sua integridade total, daquilo que elas emprestaram dos outros para adaptar-se ao mundo. Um dos maiores motivos para conhecer a si mesmo é saber exatamente o quê em você é você e o quê em você não é você. Um dos maiores motivos para não se saber o quê se quer da vida é o conflito ou disputa entre partes de você que são realmente você e partes de você que foram instaladas pela necessidade de adaptação ao ambiente externo ao qual você teve que recorrer para buscar a satisfação de suas necessidades. É como ir comprar alguma coisa e pagar com uma moeda que o dono da loja olha e lhe diz “esse dinheiro não vale aqui, você precisa trazer outro, caso contrário não poderá levar o que quer”. Por necessidade, para sobreviver, você acaba abrindo mão de sua própria moeda (sua integridade, sua totalidade e sua autenticidade) e passa a vida comprando a satisfação de necessidades que são suas com valores que não são seus.
COOPERAÇÃO ABAIXO de sua AUTENTICIDADE e INTEGRIDADE.
A resposta que você recebeu do mundo toda vez que optou pela ATITUDE “V.A.I.” e a maneira como você reagiu a essa resposta determinam muito de sua opção pela ATITUDE “S.A.I.” ou pela ATITUDE “C.A.I.”: Cooperar Abaixo de sua Autenticidade e Integridade. Em outras palavras, dizer sim quando sua vontade é dizer não e dizer não quando sua vontade é dizer sim. Você assume a ATITUDE “C.A.I.” toda vez que Compromete a Autenticidade e Integridade de seus valores em troca da satisfação de suas necessidades. Essa satisfação, apesar de garantir sua sobrevivência (fisiológica ou emocional) é garantia de uma atitude de baixa estima por si mesmo, enorme confusão de valores e uma convicção perigosamente frágil em suas próprias avaliações e julgamentos. Você permanece como uma criança eternamente dependente de aprovação, aceitação e, principalmente, controle dos outros. Você deixa de ter uma coisa chamada opinião própria, você esquece ou abandona completamente quem você realmente é. Você sobrevive assim. Mas apenas isso. No próximo artigo aponto “A CURA” para essa doença chamada ATITUDE “C.A.I.” da qual sofre (de forma perigosamente inconsciente) um número assustador de pessoas. Uma CURA chamada: “ATITUDE DE emancipação”.
Amauri MAVERICK Heart Coach & Head Trainer Programa Paragon para Educação da Atitude Criador da Matrix University Brasil
ATENÇÃO Para divulgar este artigo, mencione a autoria da seguinte forma:
Amauri MAVERICK
Heart Coach & Head Trainer
Programa Paragon para Educação da Atitude
Criador da Matrix University Brasil
Educação da Atitude Programa PARAGON
Algumas pessoas foram forjadas pela vida e passaram a ter atitudes superiores por terem vivenciado um elenco de circunstâncias diversas que contribuíram para a Educação de suas ATITUDES para o ÊXITO e a FELICIDADE!
Aí está o desafio! Reunir e sistematizar os conhecimentos que ajudam você a assimilar por vivência a Educação da ATITUDE.
Para isso, contar com a mais adequada das ajudas é simplesmente a mais inteligente das atitudes. Coloque-se em um AMBIENTE que NÃO LHE DEIXE ESCOLHA a não ser EXPANDIR, ignorando o CONFORTÁVEL e CONVENIENTE e optando pelo DESAFIANTE, pelo FAZER O QUE NUNCA FEZ para VIVER O QUE NUNCA VIVEU! É isso, EXATAMENTE ISSO, que oferecemos no Programa PARAGON: uma ACADEMIA DE ATITUDE.