EDUCAÇÃO DA ATITUDE
“...no Programa PARAGON entrego a totalidade do melhor do que encontrei no mundo para aqueles que buscam tornar-se o melhor que possam ser em suas vidas...”
Amauri MAVERICK
Head Trainer & Heart Coach
Amauri Maverick Pereira
 
Domingo, 20 de maio de 2012. Bom dia!
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Depoimento

João Carlos
" ... tomei várias decisões importantes durante o PARAGON ... Mudei. E para melhor. A começar pela minha alimentação ... Eu achava que meu maior problema era estresse? Coisa nenhuma! Descobri algo que, o tempo todo, estava debaixo do meu nariz: "Nada tem nenhum significado, senão aquele que você atribui"... Amauri, vc tem luz própria ... abraços e beijos, do seu irmão, amigo e admirador ..."

João Carlos

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ATITUDE

ATITUDE DE EMANCIPAÇÃO

 

Você conhece alguém que consegue sentir orgulho ou realização por algo que não é seu, algo que não construiu, criou, não escolheu e não conquistou? Se você conhece alguém assim, essa pessoa precisa de ajuda, pois está vivendo não a própria vida, mas a vida de outras pessoas. Uma das mais sinistras fábricas de confusão e frustração em nossos dias é a ausência de ritos de passagem que nos dêem a convicção e a IDENTIDADE de pessoas emancipadas, tanto de nosso passado quanto daqueles que neste passado representavam a satisfação de nossas necessidades mais primordiais. Por emancipação quero dizer independência plena e de fato e não aquela superficial (quase sempre mentirosa) outorgada para “inglês ver” a adolescentes em seu baile de debutantes e nem aquela meramente jurídica conquistada de forma automática quando atingimos a maioridade. 
Não quero aqui ser mais um a fazer uma apologia ao passado, aos bons tempos de antigamente ou ao valor e preciosidade de se viver orientado por coisas que, apesar de bem distantes das grandes cidades e quase alienígenas para nosso tempo, sua ausência em nossas vidas grita com a mesma força de nossas insatisfações e do mais terrível de nossos desconfortos: não temos quase nenhuma certeza de quem realmente somos porque nunca nos tornamos (de fato) nós mesmos, nunca nos emancipamos de fato. Podemos até nos sentir responsáveis por nossos atos e, de certa forma, donos soberanos de nossas escolhas e caminhos. Mas se essas escolhas e caminhos hoje mais nos frustram ou assustam do que nos satisfazem e preenchem, então, a melhor parte de nós está tentando nos comunicar uma coisa: precisamos urgente nos emanciparmos dessas escolhas e caminhos (renovando-os ou descartando-os) ou nos emanciparmos de vez de nosso passado e das razões (valores e convicções), não verdadeiramente “nossas”, mas em função das quais escolhemos a direção de nossas vidas.

Além do contato e co-dependência harmoniosa e sustentável com a natureza, existe uma coisa em especial entre os povos da floresta, é verdade, que mais de antigamente do que de hoje, que muito bem faria a todos nós: o rito de passagem e emancipação. Quando um menino ou menina atinge a puberdade em uma aldeia indígena, por exemplo, toda a tribo se reúne para o ritual através do qual, esse menino ou essa menina e todos os membros da tribo saberão e lembrarão para sempre que, a partir DAQUELE momento, aquele menino é homem e aquela menina é mulher. Nunca mais será aceitável que se comportem com outra IDENTIDADE que não seja a de pessoa emancipada e totalmente livre da dependência e controle de seus pais ou mães, sejam essa dependência e controle expressos explicitamente de forma verbal, seja apenas escutada silenciosamente em seus íntimos através de lembranças muito mais confortáveis de uma época na qual era bom ter alguém fazendo escolhas e tomando todas as decisões.

Esses ritos de passagem, para atenderem seu propósito de instalar em quem deles participa uma nova identidade, emancipada e livre de seu passado, não se resumem a uma celebração e muito menos a uma dança de acasalamento. Os mais contundentes exigem que o participante passe por uma prova envolvendo risco, demonstração de força, coragem e, muitas vezes, privação, isolamento e solidão, sacrifício e resistência a dor. É dessa maneira que ele ou ela mostrará, primeiro para si mesmo e depois para a tribo, que ali está alguém inteiro, não mais uma criança amarrada ou um pseudo-adulto, fraco e dependente de seus pais ou parentes para a satisfação de suas necessidades. É dessa maneira que um rito de passagem propicia a oportunidade de sabermos a cor daquilo do qual somos realmente feitos.

 

UM HOMEM CHAMADO CAVALO

 

Quando eu tinha 12 anos assisti ao filme “Um Homem Chamado Cavalo”, um dos últimos estertores de grandeza do cinema americano e que mais tarde serviria como inspiração para Kevin Costner produzir e dirigir Dança Com Lobos e ganhar 7 prêmios Oscar. Muito mais tocante e intimista, Um Homem Chamado Cavalo nos dá uma formidável demonstração da importância de um rito de passagem para aceitação de alguém dentro de um grupo ao qual quer pertencer como pessoa e não apenas dele depender como uma criança com fome depende de seus pais. Richard Harris faz o papel do Lorde John Morgan, um aristocrata capturado pelos índios Sioux no estado americano da Dakota do Norte. Como prisioneiro, passou a viver em total contato com os costumes e maneiras daqueles de quem antes sabia e pensava apenas uma única coisa: “índio bom é índio morto”. Tocado profundamente pela beleza e pureza da humanidade daquela gente, ele esqueceu totalmente suas raízes e sua identidade de aristocrata fresco e almofadinha, de homem branco e civilizado que caça peles-vermelha “selvagens e maus” atirando neles de forma covarde e cruel da janela de um trem. Este homem a quem os índios também aprenderam a amar e a respeitar por sua coragem e lealdade à tribo e que a ele deram o nome de Cavalo, chega finalmente ao ponto de querer tornar-se um deles, “virar” um Sioux. E para isso, aceita passar por um rito de passagem brutal e irreversível. Nenhum esforço meu seria suficiente para descrever aqui com totalidade e verdade os componentes desse rito. Mas ao final, o filme não precisa mostrar mais nada para lhe dar a certeza de que aquele homem torna-se outra pessoa, adquire de fato e para sempre uma nova identidade. Os valores e convicções com os quais viveu até então morrem para que outros possam viver. Emancipação é isso. Sem um rito de passagem no qual escolhemos a emancipação que queremos ou que precisamos ter, acabamos reféns da espera de que alguma coisa nos obrigue a “passar de fase” no vídeo game medíocre que se torna nossas vidas ou, pior, deixamos ao tempo e a entropia o expediente verdugo de nos emancipar na marra através de alguma forma de perda: o fim doloroso de um relacionamento, a morte de alguém, a perda de um emprego ou o fim de um negócio.

 

O GRANDE PEQUENO HOMEM

 

Não estou aqui pregando que você saia por aí pregado em uma cruz ou que passe dias e noites amarrado de cabeça para baixo, sustentado por uma corda com ganchos de açougue perfurando seus mamilos para, desta forma, emancipar-se de suas fraquezas e conquistar forças e virtudes que sejam realmente suas. Meu ponto aqui é que será muito difícil para qualquer homem ou mulher construir (e manter) auto-estima sem emancipação. Será muito difícil para qualquer pessoa verdadeira sentir-se inteira e grande, tendo sua vida composta essencialmente de pedaços de outras pessoas (pais, principalmente) e fazendo coisas pequenas com os restos que herdou de alguém.

Um fato inquestionável nos dias de hoje é que o mundo deixou de produzir heróis. Ou vivemos hoje em uma época ordinária que não produz pessoas extraordinárias, ou vivemos em uma época extraordinária que produz pessoas ordinárias que não precisam fazer quase nada extraordinário e por isso continuam sendo ordinárias. É muito difícil não relacionar isso com o fato de que hoje em dia a coisa mais próxima de um rito de passagem disponível para as meninas é quando pedem emprestado de suas mães pela primeira vez um absorvente íntimo ou tomam um banho de meleca quando passam no vestibular. E para os meninos, quando tocam a primeira (com o perdão da palavra) punheta bem-sucedida ou pedem para os pais emprestarem a chave do carro.

Talvez não seja esse o seu caso. Talvez você tenha tido de fato algum rito de passagem e emancipação mais profundo e significativo e, mesmo assim, esteja sentindo hoje que a vida para a qual você passou a viver quando passou por esse rito de passagem, passou, esgotou o sabor, venceu a validade. Seja lá qual for o seu caso, a resposta é a mesma: um rito de passagem e emancipação, uma das coisas menos facilmente disponíveis e que você terá de procurar o seu (e eu posso lhe ajudar e MUITO nisso). Até que encontremos uma forma de crismar uma transição tendemos a permanecer no limbo dessa transição. Neste limbo tudo o que sentimos é a falta de alguma coisa, algo que nos preencha e sature: um novo projeto, um livro, uma nova roupa, um novo carro, um novo CD, um novo filme, uma nova forma de terapia, comida, chocolate, drogas. Em casos mais extremos e, infelizmente, bastante comuns hoje em dia, o buraco existencial é enchido (mas nunca totalmente tapado) com medidas bem mais inconseqüentes: gravidez irresponsável, promiscuidade selvagem, troca incessante de relacionamentos ou de emprego e carreira, rebeldia sem causa, violência.

De forma totalmente oposta, um rito de passagem e emancipação nos oferece a oportunidade de nos esvaziarmos, de nos livramos do velho para termos espaço para o novo, para estarmos abertos ao novo, para podermos enfim receber a novidade que tanto precisamos (e intuitivamente queremos): aquilo que ainda não sabemos sobre nós mesmos, a verdadeira cor daquilo do que somos feitos. Um rito de passagem e emancipação é uma forma de perguntar a vida o que ela quer fazer de nós ao invés de continuarmos a pensar para o resto da vida o que queremos fazer dela. A emancipação de nosso passado ou das coisas cujo valor e energia acusam validade vencida é o passaporte indispensável para o mais essencial dos sentimentos humanos: a “ATITUDE DE ESTIMA POR SI MESMO”. E sobre isso trataremos a seguir.

 

Amauri MAVERICK
Heart Coach & Head Trainer
Programa Paragon para Educação da Atitude
Criador da Matrix University Brasil

 
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Amauri MAVERICK
Heart Coach & Head Trainer
Programa Paragon para Educação da Atitude
Criador da Matrix University Brasil

 
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Algumas pessoas foram forjadas pela vida e passaram a ter atitudes superiores por terem vivenciado um elenco de circunstâncias diversas que contribuíram para a Educação de suas ATITUDES para o ÊXITO e a FELICIDADE!
Aí está o desafio! Reunir e sistematizar os conhecimentos que ajudam você a assimilar por vivência a Educação da ATITUDE.
Para isso, contar com a mais adequada das ajudas é simplesmente a mais inteligente das atitudes. Coloque-se em um AMBIENTE que NÃO LHE DEIXE ESCOLHA a não ser EXPANDIR, ignorando o CONFORTÁVEL e CONVENIENTE e optando pelo DESAFIANTE, pelo FAZER O QUE NUNCA FEZ para VIVER O QUE NUNCA VIVEU! É isso, EXATAMENTE ISSO, que oferecemos no Programa PARAGON: uma ACADEMIA DE ATITUDE.

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